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High Fat Low Carb e o Medo da Gordura

15:16:00

mylla correia

Nesta nova maneira de se alimentar é interessante a redução do consumo dos carboidratos (por motivos já colocados em outros artigos) e a não eliminação das gorduras naturais dos alimentos, deixando a dieta sustentável e fácil de ser levada em longo prazo.

A parte do baixo carboidrato ficou clara e já não gera mais discussão. reluta tanto em cortar biscoitos, massas e doces da dieta. Mas a parte High-Fat(ingestão de gorduras) ainda gera muitas indagações...

“Comer gordura saturada"? "Gordura não engorda"? "Não vai entupir minhas artérias"?

A maioria das pessoas já compreendem que restringir os carboidratos é importante para a saúde e para a perda de peso. A maior dificuldade que vejo, para que as pessoas adotem este estilo de vida low-carb é a relutância em aceitar que a gordura natural dos alimentos não deve ser evitada.

Eu também passei por esse conflito pois esse conceito vai contra tudo que aprendi na faculdade...

Estudos como o que apresentarei abaixo, afirmam que são os carboidratos refinados, não as gorduras, que prejudicam o coração. Esta é uma publicação de 2010 da Scientific American:



A espécie humana é adaptada a comer gorduras provenientes da natureza (não de processos industriais).

As diretrizes públicas que desincentivaram o consumo das gorduras há alguns anos são as mesmas diretrizes que causaram a explosão da obesidade e diabetes e  não são baseadas em evidências científicas, apenas em questões políticas.

Foram essas diretrizes nos fizeram colocar na mesa venenos como margarinas light e óleos industrializados e/ou geneticamente modificados de sementes e, ao mesmo tempo, taxour como vilãs as gorduras naturais.

Tudo começou nos anos 50, onde a idéia de que uma dieta rica em gordura fazia mal à saúde. Essa afirmação foi baseada em um estudo epidemiológico (observacional) com metodologia problemática e que, mesmo com diversas tentativas posteriores, nunca foi confirmado. Vários estudos que foram conduzidos na tentativa de comprovar uma relação de causa-consequência entre gordura e morte cardíaca não tiveram sucesso (ao contrário, os estudos mostram redução de mortalidade). 

A confusão começou em 1954, quando Ancel Keys co-relacionou o consumo de gordura por habitante de seis países (escolhidos a dedo) com a mortalidade cardiovascular. O problema é que, intencionalmente, ele deixou fora do estudo dois grupos de países:

1 - Países onde as pessoas comem muita gordura, mas têm baixa incidência de doenças cardíacas, como Holanda e Noruega;

2 - Países onde o consumo de gordura é reduzido, porém, a taxa de doença cardíaca é alta, como o Chile.

Ou seja, ele usou os dados que lhe convinham, dos países que apoiaram a sua teoria. Esses dados para incluir mais países derrubariam a tese de Keys, por isso, ele optou por omitir.

Haviam estudos em coelhos que demonstravam que, ao alimentá-los com gordura, aumentavam seus problemas cardíacos. O coelho é um herbívoro, ou seja, genética para comer apenas plantas! Nós, humanos, somos Onívoros, com genética e sistema digestivo totalmente diferentes. Mesmo com este equívoco, este estudo despertou a comunidade científica e vários outros estudos observacionais se sucederam. Nenhum, no entanto, conseguiu provar causa-consequência entre consumir gordura e aumentar a mortalidade cardiovascular.
Desde então, diversos estudos foram realizados, até que, em 2014, um estudo maior revisou 32 destes estudos anteriores (observacionais). Este estudo de 2014 foi publicado nos Annals of Internal Medicine. É um estudo prospectivo, randomizado e revisado ao extremo, onde as variáveis de confusão foram distribuídas de forma igualitária, possibilitando provar causa e consequência.

Segue o link para o estudo, que conclui que não faz sentido seguir as bases de orientações cardiovasculares vigentes para consumo de gordura:

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